quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O homem do tanque de Tiananmen




Também conhecido como o "Rebelde Desconhecido", esta foi a alcunha que foi atribuido a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa.
A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar.
Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês: apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano

Nagasaki 1945


A nuvem em forma de cogumelo era o resultado da primeira bomba atômica utilizada durante a segunda guerra mundial em 6 de agosto de 1945. A bomba, batizada como Little Boy e lançada do Enola Gay, assassinou mais de 80 mil pessoas na cidade japonesa de Hiroshima. Três dias mais tarde uma segunda bomba, a Fat Man, explodiu a 500 metros acima do nível do solo em Nagasaki. A explosão provocou um calor de milhares de graus e a grande radiação destruiu tudo ao seu redor, matando 150 mil pessoas.

Ultimo abraço

Os onze operários

Os onze operários “dependurados” no 69º. andar do Rockefeller Center, então em construção, são ilustres desconhecidos que passaram a fazer parte da conhecida arte fotográfica de Charles C. Ebberts. A foto, tirada em 29 de setembro de 1932 e publicada no suplemento dominical do New York Herald Tribune, entrou pelos tempos como uma incrível imagem, que analisada por qualquer ângulo (arte, coragem, segurança, etc.) entrou para os anais da arte fotográfica. Aqueles onze “loucos”, em sua parada para o almoço, não mostram na imagem qualquer resquício de medo, menos ainda o 12º. louco, o próprio Ebberts, que mesmo não aparecendo na foto também se dependurava nos andaimes para clicá-la. Quiçá, na mente desses “heróis” da construção civil houvesse mais medo em solo do que nas alturas, pelo menos lá em cima eles estavam trabalhando, produzindo, se alimentando, enquanto ao pé do chão milhões de desempregados passavam fome, resquício da crise financeira de 29.

Maggy Delvaux-Mufu


Maggy Delvaux-Mufu, 42 anos, mãe de três filhos, estava encharcada de gasolina em frente a vários jornalistas, grintando que iria sacrificar sua vida para protestar contra o racismo. Então ela acendeu o fósforo, e tornou-se uma “tocha humana” em frente ha varias pessoas. As chamas foram finalmente extintas quando o resgate chegou ao local. Uma pessoa desmaiou e vomitou após ve-la sendo queimada e transporta à ambulância.
Maggy Delvaux-Mufu foi levada para o hospital Bon Secours em Metz, onde foi tratada.

Simo Häyä



         Simo Häyä tinha uma vida bem entediante na Finlândia. Ele serviu um ano mandatório no exército, e então se tornou fazendeiro. Mas quando a União Soviética invadiu sua terra natal em 1939, ele decidiu que queria ajudar seu país. Já que a maioria das lutas ocorriam nas florestas, ele achou que o melhor jeito de impedir uma invasão era pegar seu rifle de confiança, duas latinhas de comida e esconder-se em uma floresta o dia inteiro, atirando em russos. Sob dois metros de neve. E 20-40 graus abaixo de zero.

        *É claro que quando os Russos ouviram que dezenas de seus homens estavam sendo apagados, e que era só um cara com um rifle, eles ficaram assustados pra caralho. Ele ficou conhecido como a “Morte Branca” por causa de sua camuflagem branca, e eles chegaram a montar missões inteiras apenas para matar esse único cara. Eles começaram mandando uma força especial para achar Häyä e matá-lo. Ele matou a todos eles. Então eles tentaram juntar um grupo de counter-snipers (que são basicamente snipers que matam snipers) e os mandaram para eliminar Häyä. Ele eliminou todos também.

        *No decorrer de 100 dias, Häyä havia matado 542 pessoas com seu rifle. Ele derrubou mais 150 com sua metralhadora SMG, mandando sua contagem de corpos para mais de 705, um recorde universal que dificilmente será ultrapassado nessa nossa realidade
       
        *á que todos os homens que eles tinham estavam ou muito assustados, ou muito mortos para chegar perto dele, os russos decidiram simplesmente bombardear todos os lugares onde acharam que ele poderia estar. Supostamente eles acertaram o local, e ele foi atingindo por uma nuvem de fogo que destruiu suas vestimentas e tudo ao seu redor, mas não o matou, por que ele é a maldita Morte Branca, é claro. Finalmente em 6 de Março de 1940, algum bastardo de sorte acertou Häyä na cabeça, com uma bala explosiva. Quando os outros soldados o encontraram e o levaram para a base, ele “tinha perdido metade da cabeça”. A Morte Branca havia finalmente sido abatida…
        
(…) por mais ou menos uma semana. Apesar de ter sido diagnosticado com um caso severo de síndrome de-tiro-no-meio-da-cara, ele ainda estava bastante vivo e recuperou a consciência em 13 de Março, o mesmo dia em que a guerra acabou, Simo Häyä morreu em 2002, em sua casa, anos depois do seu “acidente”.

The Falling Man



The Falling Man o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados do 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirando-se de uma das torres. A publicação do documento pouco depois dos atentados irritou a certos setores da opinião pública norte-americana. Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar unicamente fotografias de atos de heroísmo e sacrifício.